Em Geral

Segundo uma pesquisa feita pela International Stress Management Association (ISMA) o Brasil está em segundo lugar em níveis de estresse em uma lista de 10 países pesquisados, ficando atrás apenas do Japão.

Esses dados estão em concordância com os dados da Previdência que mostram um aumento de 23% no número de pedidos de afastamento de funcionários entre 2015 e 2018. 2899 pedidos em 2015 contra 3565 pedidos em 2018.

O estresse está associado a diversas dores como dores no pescoço, torcicolo, dores de cabeça e enxaqueca até doenças mais graves como a hipertensão, a diabetes e o câncer.

O estresse se apresenta ou através dos sintomas emocionais ou psicológicos ou dos sintomas físicos. Os sintomas emocionais são a irritação excessiva, ansiedade, medo excessivo, tontura, problema de concentração, falta de memória, dificuldade para tomar decisões entre outras.

Já entre os sintomas físicos podemos encontrar problemas cardíacos como a arritmia, pressão alta, problemas gastrointestinais como gastrite, úlceras, insônia, asma, alergias, baixa imunidade, tensão muscular, dor de cabeça e enxaquecas, queda de cabelo acentuada entre outros.

A massagem e o estresse

Pessoa recebendo massagem para alívio de estresse.Muitas pessoas quando estão estressadas recorrem à massagem para relaxar o corpo e aliviar um pouco as tensões. O que elas não sabem é que estão de fato fazendo muito mais do que simplesmente “relaxando um pouco”.

Estudos mostram que uma sessão de massagem vai muito além do simples relaxamento. Ao receber a massagem o paciente tem uma descarga de diversos hormônios relacionados ao bem estar, como a ocitocina, a serotonina, a endorfina entre outros.

A Ocitocina é conhecida como o hormônio do amor, ela é responsável entre outras coisas pela amamentação e pela conexão entre mãe e filho ou filha. Ela também está presente nos laços sociais de indivíduos com seus respectivos grupos. Após uma sessão de massagem, os níveis de ocitocina do paciente aumentam e isso o faz ter o sentimento de pertencimento ainda mais forte e assim tem uma melhora na sua qualidade de vida social.

Já a serotonina é vulgarmente conhecida como o hormônio da felicidade, e está intimamente relacionada à qualidade do sono e à saciedade. Além disso ela intervém em outros neurotransmissores como a dopamina e a noradrenalina, que são responsáveis pela ansiedade, agressividade, angústia e medo.

Com a descarga natural deste hormônio após a massagem, o paciente sente-se mais relaxado, mais disposto e consegue controlar seus impulsos, principalmente relacionados a alimentos e bebidas.

A endorfina é um hormônio analsgésico, e é responsável pelo alívio da dor e pela sensação de bem estar. Ao receber a massagem, o paciente tem uma descarga desta substância no corpo que promove o alívio das dores como um todo.

Por isso, uma sessão de massagem vai muito além do mero relaxamento muscular. Ela tem um efeito fisiológico profundo, e ajuda a regular funções orgânicas, como o apetite e a digestão, acalma a mente e melhora o sono e reduz dores musculares, articulares e dores de cabeça.

Uma pessoa que dorme bem, come com moderação, sente-se feliz e participante de um grupo de amigos, com certeza é uma pessoa menos estressada. Por isso a massagem é recomendada tanto para tratar o estresse como para preveni-lo.

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